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domingo, 26 de agosto de 2012

Cala a boca, porra!

Confesso que estou adorando essa coisa de escrever contos eróticos e fazer os caras ficarem de pau duro e gozarem com as minhas palavras.
A história aconteceu há pouco tempo, uns dois anos, na faculdade, com um rapaz que era calouro. Desde que tinha entrado, as pessoas comentavam que ele era gay, talvez pelo jeito de ser e tal (é ridículo esse estereotipo, cada um age do jeito que quiser, mas isso não é o foco desse conto). Eu o conheci um dia enquanto mijava no banheiro. Ele entrou com a mão no pau. Era magro, moreno, tinha 18 anos, e eu 24 na época. Seu nome era Bruno. Gostava de roupas bem apertadas, e a calça jeans que usava mostrava o enchimento do pau. Ele também usava um Nike branco de cano alto (tenho um puta tesão por tênis, como já falei em outros contos).
Cumprimentei-o numa boa, disse de qual semestre era, qual curso, e ele também. Na fissura que eu tava, não resisti ao vê-lo, e senti meu pau ficar duro na hora. Não sei se ele reparou, mas percebi que ele me olhou de cima a baixo. No dia seguinte aplicamos trote nos calouros, pintamos todos, inclusive o Bruno. Ele ficou sem camisa, e percebi como seu corpo, apesar de magro, já tinha músculos, pois ele fazia academia. Novamente, fiquei de pau duro. Tinha que provar aquele moleque, mas ainda não sabia se ele era gay.
Foi então que no outro dia combinamos de ir num bar gastar o dinheiro que os calouros pediram pra gente no farol. Bebemos muito, e tanto eu como Bruno ficamos loucos. Ele fazia brincadeiras obscenas com as meninas e com os meninos.
Lembro que em um certo momento ele brincou com o enchimento da minha calça (e não estava de pau duro, a calça que usava é que era justa mesmo), e não satisfeito, passou a mão nela. Depois fizemos uma brincadeira onde as pessoas contavam um pouco mais delas. Bruno disse que apesar de não parecer, era hétero. Aquilo que me deixou surpreso, apesar de respeitar. Mas comecei a reparar no corpo dele, e ao ver tudo aquilo, fui tomado por um puta tesão, uma puta vontade de provar aquele corpo.
Foi então que naquele mesmo dia, resolvi passar no banheiro da faculdade, pois o do bar que era perto tava lotado pra caralho e eu tava louco pra mijar. Cheguei lá, logo quem encontro: Bruno, bêbado, colocando o pau pra fora pra mijar antes de chegar no mictório. Era um pau fino, mas comprido e sem pelos. O cumprimentei, falando que seu pau era gostoso, mas em tom de brincadeira. Ele respondeu, brincando, que era todo meu. Então encostei no mictório, mijei, enquanto conversava com ele se ele tinha pegado homens. Ele disse que uma vez, mas fazia tempo. Foi então que após eu por meu pau pra dentro e ele lavar a mão, resolvi agir. Entrei na frente dele, fechei a porta do banheiro, arranquei minha camisa, e empurrei seu corpo para a parede.
- Que é isso, cara? Tá louco? – perguntou ele, assustado.
- Cala a boca, porra! Eu sou o veterano aqui. Eu dou as ordens. – eu disse.
Meti a mão dentro de sua calça. Estava sem cueca. O rapaz estava assustado e com a respiração ofegante. Alisei seu pau até que ele ficasse duro. Em seguida, pus o meu pra fora, mandei Bruno se ajoelhar e colocá-lo na sua boca.
- Não faz isso comigo, cara! Já falei que sou hétero! – disse, apalpando o meu pau.
- Chupa logo, caralho! Eu sei que você tá fim! Vai logo!
A bebida me deixou bruto. Nunca tinha feito aquilo com um calouro. Não era do meu feitio agir daquela forma. Mas aquele moleque era muito gostoso, e eu não resisti. Peguei sua cabeça e soquei sua boca com tudo na minha pica. Perdendo o medo, o filha da puta caiu de boca. Espremeu a minha cabeça com força nas paredes da sua boca. E eu, violento, espancava a sua boca com as minhas bolas. Em seguida, ficou em pé e me beijou como um animal. Tinha mudado de personalidade. Esse era o verdadeiro Bruno, safado, capaz de tudo. Em seguida, mandei:
- Agora vira pro lado. Eu quero fuder o seu cú.
Ele obedeceu. Analisei sua bunda lisinha, dando uma mordida forte. O safado gemeu. Em seguida dedei seu cu apertado, cuspindo em cima pra lubrificar. Foi só mirar e encravar a minha tora dentro. Nessa, ele não aguentou, e gritou:
- AAAAHHH CARAAAALHOOOO!
Dei-lhe um tapa na cara, mandando gritar menos, pois alguém poderia ver. Bruno, safado, pediu que eu o batesse mais. Tinha se transformado completamente.
Só lembro que a gente fudeu tanto que eu fiquei com meu cú suado e meu pau ficou vermelho. Enquanto era enrabado, Bruno pegou no própria pica e esporrou na parede. Quando fui gozar, tirei do seu cu e empurrei seu corpo no chão. Em seguida, pisei em seu pau melado até que sua porra melasse parcialmente o Vans preto de cano alto que eu usava, e esporrei mirando meu pinto na sua cara. Gozei pra caraaaaalho, puta que pariu! Gozei tanto que fiquei com o corpo mole, e cai em cima dele, esfregando o meu pau melado no seu corpo depois e sentindo a porra dele pegando no meu corpo. Bruno não aguentou, disse que ia gozar de novo. Logo, tirei meu Vans e coloquei no seu pau pra que ele gozasse dentro.
- Você é louco, mano! Vou gozar dentro do seu tênis!
- Cala a boca, caralho! Goza logo!
Em seguida, botei meu nariz lá dentro, sentindo um delicioso cheio de pé de macho com porra. Tonto, Bruno começou a se levantar. Agarrei-o por trás, sentei no chão com ele no meu colo, e botei meu tênis na sua boca, fazendo ele engolir a própria porra. O moleque não sabia mais o que fazer diante de tanta loucura.
- Você é louco, cara! – dizia ele, pegando no próprio pau, que já tava grudento por conta da porra que tava secando.
- Você é que me deixa louco, seu viadinho. Tu pode até ser hétero, mas diante do meu pau, você vai ser o que eu quiser.
Depois disso, larguei-o no chão, e me limpei, deixando apenas a porra dele dentro do meu tênis. Fiquei até sem meia pra sentir melhor aquela porra no meu pé. Ele ainda ficou se masturbando até gozar de novo no chão. Ajudei-o a se levantar e a se limpar. Em seguida, nos despedimos como se nada tivesse acontecido, ele me agradecendo pela loucura que tinha vivido. Ele preferiu ir pra casa, pois se sentia cansado. Coloquei-o num ônibus, e voltei para o bar, ainda impressionado com o que havia acabado de fazer. Eu forcei o moleque a transar comigo...
Mas tinha sido bom para os dois, isso que importava.
Eu estava saciado. Mas, confesso, ue depois senti vontade de gozar dentro daquele Nike branco de cano alto, naquele corpo moreno, naquele sujeito putinho... Pelo jeito, outras fodas como aquela iriam acontecer... Mas são outras histórias, que assim que puder, eu vou contando.
Valeu!

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